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Hidrografia
As bacias que compõem a paisagem hidrográfica de São Mateus são as dos rios Barra Seca, Itaúnas e São Mateus.
O rio Barra Seca nasce em Nova Venécia e, depois de percorrer 120 km, atravessa os alagados da Suruaca e vai desaguar na enseada de Barra Nova e no rio São Mateus.
Dentro do município de São Mateus, fazendo parte da bacia do rio Itaúnas, se encontra o rio Preto ou Itauninhas, com extensão de 80 km.
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Rio São Mateus
É formado por dois braços, o rio Cotaxé ou rio do Norte, com 224 km de extensão, cuja nascente se localiza no município de Ouro Verde, em Minas Gerais, e o rio São Mateus ou Cricaré, ou ainda Braço Sul, com 188 km, com nascente localizada no município de Itajubinha, também em Minas Gerais. |
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Vale do Rio Cricaré
O vale do Rio Cricaré forma uma das mais belas paisagens do estado do Espírito Santo.
O rio São Mateus (ou Cricaré), serpenteando por sobre o vale, desenha o "S" e o "M", as iniciais do nome da cidade.
Servindo como única via de acesso, esse rio recebia embarcações que transportavam a produção de farinha, açúcar, madeira e café. Nele o pescado é abundante, principalmente o robalo, a traíra, o piau e o judeu, produzindo ainda mariscos como siri, camarão e pitu.
Sua bela paisagem pode ser vista da Praça do Mirante, no centro da cidade, ao lado do Museu de São Mateus. |
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Rio Preto
Nasce em São Mateus, próximo da sede do distrito de Nestor Gomes. É formado pela junção dos córregos Grande, Areia, Cerejeira e braço sul do rio Preto. Recebe outros pequenos afluentes e deságua no rio São Mateus, entre a sede da cidade e o rio Mariricu.
A partir da década de 1970 esse rio de águas escuras, típico das regiões de turfas, passou a ser um balneário frequentado pelos banhistas que, na volta da praia de Guriri, ali faziam uma parada para tirar o sal do corpo. |
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Rio Mariricu
Afluente do rio São Mateus, o rio Mariricu fica na aprazível região que tem o mesmo nome, separando a ilha de Guriri do continente. É propício para passeios de barcos e pesca de linha.
Mariricu é uma corruptela do termo tupi marerike, que significa fortaleza ou paliçada. Os índios erguiam-nas para se defender de invasões. Existiam várias ao longo do rio Cricaré, na época da colonização do Brasil. |
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Manguezal de Barra Nova
A 30 km do centro de São Mateus, um rio de águas escuras e vários canais fazem caminho no meio de uma vegetação exuberante formando uma grande área de mangue que protege a vida dos caranguejos, goiamuns e outros mariscos. O acesso pode ser feito através da estrada para Barra Nova e também pela estrada do Nativo.
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Ilha de Guriri
Com a abertura da nova barra (Barra Nova) ficou criada a ilha de Guriri, a maior do Estado do Espírito Santo, limitada pelos rios Mariricu e São Mateus e pelo Oceano Atlântico, com 102 quilômetros quadrados.
A parte norte da ilha de Guriri pertence ao município de Conceição da Barra. Nela estão localizados os pequenos lugarejos de Meleiras, Quadrado e Barreiras, locais antes habitados por índios tupinambás. Estes lugarejos estão localizados às margens do rio Cricaré e contam com serviços de bar e restaurantes, onde são servidas as moquecas e frutos do mar.
A parte sul pertence a o município de São Mateus. Nela encontram uma grande área urbana, denominada Guriri, com uma extensão de aproximadamente 8 km de praia, iniciando ao norte na divisa com o município de Conceição da Barra e terminando ao sul, após o loteamento Parque dos Albatrozes.
Seguindo em direção ao sul encontramos as praias denominadas como praia do Oitizeiro, praia do Brejo Velho, praia do Ranchinho e a praia da Gameleira. Todas agrestes e com área de restinga. A última na ilha de Guriri é a praia de Barra Nova.
São Mateus tem 43 km de costa com praias de água limpas, mornas e sem nenhum tipo de poluição, o que atrai muitos turistas.
Praia de Guriri é assim chamada por causa da existência de grande quantidade de pequenos conqueiros que os índios chamavam "guriri", que quer dizer "coco pequeno". |
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