Prefeitura de São Mateus - Norte do Espírito Santo


DESCARTE ADEQUADO DE RECICLÁVEIS É DE GRAÇA, GERA RENDA, PREVINE MULTAS E AUTUAÇÕES E PRESERVA O MEIO AMBIENTE

Quem chama a atenção para o tema é a Secretaria de Meio Ambiente de São Mateus, que entregou mais 33 tambores de 60 litros, doados por uma empresa parceira, à Associação de Catadores Reciclar, para coleta e descarte adequado de óleo de cozinha usado. A Secretaria está estimulando e intensificando a prática da reciclagem no Município como forma de geração de renda, para combater o descarte inadequado.


“Estamos cadastrando empresas para esse tipo de parceria. Quem quiser doar vasilhames, EPIs, ou se cadastrar para o recolhimento de material reciclável pode procurar a Secretaria. Por exemplo, uma oficina precisa descartar restos de peças de automóveis, é só entrar em contato com a gente e nós faremos a ponte com a Associação de Recicladores, que irá até o local recolher a sucata, sem custo para o doador. O nome do serviço é ‘TELE SEMMA, e o número é 27-99861-3188” – informou o secretário de Meio Ambiente, Ricardo Louzada.


NEM TUDO É RECICLÁVEL

Desde 2010, quando a Lei n° 12.305 foi sancionada, instituiu-se a Política Nacional de Resíduos Sólidos, regulamentada pelo decreto 7.404/10. A PNRS foi um marco no setor por tratar de todos os resíduos sólidos (materiais que podem ser reciclados ou reaproveitados), sejam eles domésticos, industriais, eletroeletrônicos, entre outros; e também por tratar a respeito de rejeitos (itens que não podem ser reaproveitados), incentivando o descarte correto de forma compartilhada.


Os materiais mais reciclados são o papel, o metal o vidro e o plástico, mas há restrições. Papéis engordurados e com restos orgânicos, plastificados, adesivos e fotografias não são recicláveis. Latas de tinta ou com restos de produtos químicos, esponja de aço, grampos e clipes, são exemplos de metais não recicláveis. Materiais desse tipo exigem descarte diferenciado, a exemplo de lâmpadas fluorescentes, baterias e pilhas, que são considerados como materiais perigosos e devem ser devolvidos aos estabelecimentos que os comercializam.